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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Queres mesmo ser meu amigo no #SAPOCampus?

Um dos aspectos que ficou por discutir no último post foi a criação de uma nova camada que será responsável pelo suporte a mecanismos de comunidade social dentro do SAPO Campus.



O desenvolvimento desta camada de serviços sociais parece-nos indispensável para o futuro do SAPO Campus. Dentro da equipa de desenvolvimento do projecto estamos todos de acordo que, neste momento, falta um mecanismos que permita estabelecer ligações mais fortes entre os utilizadores. 


O nosso grande desafio é chegar a acordo sobre o mecanismo mais adequado para colocar em prática esses objectivos/necessidades. O problema pode parecer simples mas está longe disso.A vossas opiniões são muito importantes para nos ajudar a tomar uma decisão!


Resumidamente, vou apresentar as 3 soluções que temos andado a discutir e as principais questões associadas:




Estas questões não são exclusivamente minhas. São fruto de algumas discussões realizadas com alguns elementos da equipa, com especial destaque para o Jorge Braz porque esta vai ser uma componente fundamental da sua dissertação de Mestrado em Comunicação Multimédia.


Repetindo o título e lançando a esperada discussão:


Quem é que quer mesmo ser meu amigo no SAPO Campus? :)


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publicado por carlossantos às 14:56

De moita-m a 27 de Janeiro de 2010 às 23:30
Aí vai o segundo bocado, com as respostas, contando apenas com a minha sincera opinião!

- Criar amigos

Queres mesmo ser meu amigo no SAPO Campus?
Quero ser amigo dos meus professores?
Quero ser amigo dos meus alunos?
Se não aceitar o convite do meu colega será que ele vai ficar chateado comigo?

Resposta a estas 4 questões: é preciso perceber qual o impacto que as relações estabelecidas no Sapo Campus têm no “mundo real”, por causa da grande carga institucional que faz peso em cima da plataforma. Por outro lado, sou pessoa de achar que professores, alunos e funcionários estão todos no mesmo pé: somos todos aprendizes e por isso temos algo para partilhar, construir, discutir, reflectir, digerir e aprender uns com os outros, logo não me faz confusão nenhuma estabelecer ligações com os outros, mas será que todos pensam assim? Pelos motivos que referi anteriormente, não me cheira.

Não posso seguir o perfil de uma pessoa se ela não me aceitar como amigo?
Fará sentido não permitir seguir pessoas se os seus perfis são públicos?

Resposta a estas 2 questões: Faz sentido continuar a poder seguir pessoas sem estas serem estabelecidas relações, mantendo os perfis públicos.

Vamos criar diferentes grupos de amigos? Mas será que os utilizadores se estão para chatear com todas essas possibilidades?
Designar "ligações" em vez de "amigos" ajuda a resolver algumas das questões anteriores? (inspiração no LinkedIn)

Resposta a estas 2 questões: Não consigo decidir se faz sentido agrupar os utilizadores em grupos de interesse, precisava de perceber como estão a pensar esta possibilidade. A designação “amigos” faz-me confusão, “ligações” soa-me melhor neste contexto.

- Seguir Pessoas

Se quisermos avançar para um modelo de níveis de privacidade da informação como é que o podemos implementar sem a lógica de amigos?

Na minha cabeça, se a plataforma serve para publicação de trabalhos, fotos, vídeos, posts, enfim, coisas de interesse em contexto académico, não consigo encaixar níveis de privacidade aqui.

Como podemos implementar uma ferramenta de chat na Web (tipo Facebook) sem a lógica de amigos?

E faz mesmo sentido uma ferramenta de chat ? :) Haver uma caixa de mensagens para o utilizador soa-me melhor.

Será que a possibilidade de detectar a existência de uma relação individual mas reciproca (eu sigo-o mas ele também me segue) é suficiente para implementar os mecanismos anteriores?
Se for uma caixa de mensagens, sim.

Será que devemos identificar automaticamente como amigos quem estiver na categoria descrita no ponto anterior?

A existência de uma ligação é suficiente para disponibilizar os mecanismos pensados: se eu aceitei ter ligação com essa pessoa, já sabia que ela podia comunicar comigo quando aceitei.

- Seguir + Amigos
Mais clicks para criar relações?

Para quê criar mais complicações aos utilizadores?
Será que eles vão compreender esta mistura de conceitos?

Não estamos a tentar reinventar a roda e, por causa disso, a criar algo sem sentido?

Resposta às questões: Como já escrevi antes, na nossa cabeça definimos muitos bem quem são os amigos e quem são os outros e qual o nível de partilha de informação que se adequa a cada um. Neste contexto penso que não faz grande sentido dividirem-se as coisas: existir a possibilidade de estabelecer ligação com os utilizadores dá acesso a determinadas funcionalidades, se não quiser ter esse nível de partilha com o utilizador, se não estiver interessado em segui-lo e em saber + facilmente sobre os trabalhos dele, não me ligo a ele e continuo a ir ver os seus trabalhos e o seu perfil quando me apetecer. Sem talões, cartões nem outras complicações :P

Peço desculpa pela extensão e tive de dividir em 2 posts, espero que não adormeça a ler… Eu bem disse que havia muito a dizer... :(



De carlossantos a 27 de Janeiro de 2010 às 23:41
Obrigado por todas as tuas respostas sinceras.

De um modo geral posso concluir que achas suficiente uma solução idêntica à do twitter, certo?


De moita-m a 27 de Janeiro de 2010 às 23:54
De um modo geral, sim. :)


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