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Segunda-feira, 3 de Julho de 2006
Avaliação da participação on-line em ambientes de e-Learning (parte 1)
Em Dezembro de 2005 escrevi um artigo para a revista Nov@Formação (nr. 6) do Instituto para a Qualidade na Formação (IQF) com o título "Avaliação da participação on-line em ambientes de e-Learning - A metodologia desenvolvida para aplicação em duas disciplinas do Mestrado/CFE em Multimédia em Educação da Universidade de Aveiro".

Como o título indica neste artigo apresentei a metodologia que fui desenvolvendo nas várias edições do Mestrado/CFE para resolver uma questão que considero particulamente complexa - a avaliação da participação online em ambientes de e-Learning ou b-Learning.

Entretanto mais uma edição do Mestrado teve lugar e por isso novas reflexões foram surgindo. Uma das reflexões que me parece interessante referir foi a necessidade de adaptar essa metodologia na avaliação dos blogs introduzidos este ano pela primeira vez no currículo das disciplinas.

Hoje lanço aqui um desafio a mim mesmo começando uma série de posts com o objectivo de reescrever o referido artigo de modo a reflectir os últimos desenvolvimentos. Este primeiro post será o índice para as outras partes que espero conseguir escrever regularmente nos próximos dias.

Todos os comentários serão muito bem recebidos!

Índice:

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publicado por carlossantos às 22:29

8

[...] (finalmente de volta a esta série de posts que espero dar por concluída antes de ir de férias… que oficialmente começam amanhã!) [...]


De José Paulo Santos a 6 de Dezembro de 2006 às 14:13
Esta questão da regulação (prefiro esta denominação à Avaliação!) é sem dúvida essencial. Embora poucos professores utilizem estas ferramentas nas suas práticas educativas, quando o fizerem encontrarão sérias dificuldades em aferir critérios de participação online!
A presente reflexão, além de inovadora e visionária, é necessária para o sistema educativo português! Pode ser, sem dúvida, uma referência para aqueles que descobrem que estas ferramentas colaborativas de construção do conhecimento são estimulantes e úteis, podendo utilizá-las com melhor enquadramento e critérios bem definidos.
Acompanharei com muito entusiasmo este desafio e, na medida do possível, darei o meu humilde contributo para o enriquecimento desta sensível problemática...
Bom trabalho!


De csantos a 6 de Dezembro de 2006 às 14:40
Obrigado José Paulo.

Infelizmente esta série de artigos ainda não foi terminada. No entanto, este tipo de comentários dão algum incentivo para que tente arranjar um pouco de tempo para escrever as últimas partes.

Nas próximas semanas vou ver se me consigo dedicar a esta tarefa...


De mónica a 16 de Novembro de 2007 às 21:52
fiquei curiosa, e decididamente interessada... para quando o "registo da avaliação das participações"?


De csantos a 16 de Novembro de 2007 às 21:59
Olá Mónica :)

Isto já é mesmo velhinho e nunca mais me deu para terminar. Entretanto até tive um projecto com o objectivo de desenvolver uma ferramenta de agregação online especifica para cenários de educação, onde o professor podia avaliar muito facilmente as participações e os alunos podiam ter uma ideia global da sua avaliação ao longo do tempo...

Sim... devia escrever sobre isso!


De MMEd » Blog Archive » Preparação do trabalho prático a 28 de Novembro de 2007 às 23:32
[...] O outro documento é um artigo que publiquei em Dezembro de 2005 na Revista Nov@Formação do IQF. Nele abordo a problemática da avaliação das participações em ambientes on-line. Como vão ter que definir uma metodologia para avaliar os vossos alunos, julgo que a leitura deste artigo pode ajudar a ponderar algumas questões importantes. Existe uma versão mais extensa do artigo, mas por acabar no meu blog. Como podem ver pelo meu último comentário nesse post, entretanto o trabalho iniciado nesse artigo teve uma série de evoluções. A nova versão do artigo ficou a aguardar o desenvolvimento dessas ideias e talvez esteja na altura de o completar [...]


De João Lima a 7 de Dezembro de 2007 às 14:56
Olá!

deixo aqui um possível modelo... aquele que iremos usar no nosso curso de 3 dias... talvez um pouco diferente... mas fica a ideia e quem sabe um ponto de partida para mudar a visão da avaliação em processos de b.learning...

"O modelo de avaliação foi pensado na perspectiva de promover uma visão individual e também uma visão comunitária do processo de aprendizagem, assim como, do cumprimento dos objectivos iniciais.
Assim e tendo em conta uma estratégia de facilidade de aplicação, rigor e clareza de obtenção de dados quantitativos e qualitativos serão aplicadas as seguintes estratégias:
a) AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA.
Esta fase é composta por um questionário de escolha múltipla, de 5 questões com 5 hipóteses de resposta essencialmente estruturadas para aferir competências de argumentação e discurso persuasivo.
b) AVALIAÇÃO INTER-PARES.
Esta avaliação é um dos instrumentos mais importantes no processo avaliativo criado para este curso. Tendencialmente a avaliação inter-pares é auto-reguladora da comunidade, assim como, permite uma leitura clara da intervenção e pertinência das actividades realizadas pelos participantes. Por regra as avaliações inter-pares são qualitativas. Neste caso, estabelecemos uma escala de 0 a 20 para avaliação de forma a potenciar uma articulação mais real entre as intervenções e avaliação de pertinência e coerência no âmbito das actividades individuais e da comunidade.
c) AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO.
Nesta estratégia de avaliação serão avaliadas todas as participações em fóruns (pela sua relevância) e participações/trabalhos realizados no âmbito das propostas de actividades a realizar serão classificadas pelos coordenadores do curso numa escala de 0 a 20. Esta avaliação terá como linhas de organização os seguintes factores de ponderação:
1. De 0 a 5 – Participação irrelevante.
2. De 5 a 10 – Participação pouco relevante.
3. De 10 a 15 – Participação relevante mas sem inovação/aprofundamento de temas.
4. De 15 a 20 – Participação muito relevante, inovadora e com aprofundamento de temas.
d) AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE.
Esta estratégia de avaliação será realizada no final do curso e terá como objectivo promover uma avaliação qualitativa, numa escala de Insuficiente a Excelente com vista a avaliar a contribuição da comunidade para uma transferência interna, externa e distribuída de conhecimentos, práticas e relações estabelecidas no âmbito do mestrado de Multimédia em Educação da Universidade de Aveiro.
e) AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS E REACÇÕES.
Este será um momento formal de avaliação final ao nível das competências e reacções ao curso do ponto de vista dos formandos/utilizadores. Esta estratégia será inovadora na sua essência visto que conjugará três factores de avaliação num mesmo instrumento: a avaliação qualitativa de competências; a auto-avaliação e a avaliação das reacções. Este instrumento de avaliação foi pensado para ter elementos de despistagem da avaliação inter-pares e estando relacionada directamente com a avaliação diagnóstica como monitorização da evolução conseguida pelo formando.

Pensamos que a inexistência de avaliação sumativa pode aparecer "Sui Generis" numa metodologia avaliativa de um curso de formação a distância. No entanto, pensamos que o futuro destes modelos de formação não passa tanto por introduzir factores de avaliação no âmbito de uma actividade a distância mas, em contraponto, colocar os diferentes participantes em situações presenciais de desafio das competências e conhecimentos demonstrados ao longo do tempo de realização do curso a distância. Uma vez que não é possível a realização deste momento neste curso pensámos ser preferível não incluir um momento de avaliação sumativa que desvirtuaria a sua essência e regular a avaliação por um momento formal de avaliação final ao nível das competências."


De csantos a 8 de Dezembro de 2007 às 17:19
Obrigado João.

Este modelo que apresento aqui está relacionado apenas com o tópico da avaliação da participação. Da minha experiência, o grande problema é conseguir classificar os alunos quando um curso tem várias dezenas de alunos e as participações são na ordem dos milhares.

Mesmo acompanhando de muito perto todas as actividades, julgo que é humanamente impossível alguém conseguir ficar com uma ideia minimamente aceitável da qualidade geral das participações de todos os alunos.

Num curso de 3 dias e com menos alunos julgo que é possível :)


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