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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006
LMS vs LCMS
Na disciplina anterior (TCEd) surgiu uma discussão que prometi trazer para a disciplina actual (AGA) e como tal aqui fica lançado o desafio...

Quais as principais diferenças entre um Learning Management System (LMS) e um Learning Content Management System (LCMS)? (Pelo meio desta questão ainda surge o conceito de Content Management System (CMS)...)

Tal como afirmei anteriormente, não existe um concenso alargado relativamente ao conceito de LCMS. Um bom exemplo deste facto é a definição de LCMS existente na Wikipedia. No mínimo podemos dizer que é muito vaga... :)

De todos os recursos que já tive oportunidade de consultar sobre esta temática, um dos textos que, na minha opinião, melhor aborda esta questão é um artigo publicado em 2001 no jornal online elearningcircuits com o título LCMS = LMS + CMS [RLOs].

Sugiro ainda outros recursos interessantes para um esclarecimento sobre esta questão:

Para quem tem acompanhado este tipo de discussão julgo ser claro que esta discussão teve os seus momentos mais quentes por volta dos anos de 2001 e 2002. Actualmente não é de certeza um tópico "quente" nas conferências e nos jornais/revistas de referência na área do e-Learning.

Gostava de obter os vossos comentários relativamente aos diferentes conceitos de LMS e LCMS e também as vossas reflexões sobre a importância desta discussão no contexto actual do e-Learning/b-Learning.

Boas reflexões!
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publicado por carlossantos às 23:53

De Filipe Silva a 5 de Dezembro de 2006 às 22:02
Após algumas leituras, incluindo os comentários já aqui expostos, fiquei com uma ideia “teórica” do que são as plataformas LCMS, CMS e LMS que vai ao encontro do que já foi referido, bem como as principais diferenças. No entanto, penso que uma ideia totalmente realista e exacta das funcionalidades, características e objectivos (propostos e alcançados) destas mesmas plataformas só será adquirida com mais alguma “literatura” de aprofundamento e alguns ensaios sobre as referidas plataformas. Curiosamente, deparo-me no momento com o problema da adjectivação (em português) destas referidas plataformas, que, correndo o risco de dizer algo menos correcto, ou mesmo errado, atrevo-me a dizer que são plataformas de apoio à construção e/ou gestão de soluções integradas de forma automatizada, direccionadas aos processos de ensino-aprendizagem.
Obviamente que a automatização no domínio da educação é uma questão muito delicada de se proferir dada a natureza dos processos envolvidos (desenvolvimento mental, pessoal e social - factor humano), apenas aqui o refiro, no sentido de que há uma mecanização de processos idênticos na elaboração dos “objecto” educativos. Estou convicto que não existe nenhuma destas plataformas que consiga de forma autónoma desenvolver soluções eficientes para dar respostas ás necessidades dos alunos, porque lhes falta sensibilidade, a parte pedagógica – humanismo. Objectivamente não existe a capacidade de análise do processo evolutivo do conhecimento no indivíduo que se encontra a “estudar” e como tal, falta de capacidade para intervir e ajustar o próprio processo de ensino-aprendizagem ás vastas variáveis resultantes das características próprias de cada um dos indivíduos (estudantes).


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