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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006
E-Learning Adventures Beyond the LMS (versão 2)
No seguimento da discussão (muito interessante!) que se tem vindo a realizar sobre LMS vs LCMS, lembrei-me de trazer novamente para primeiro plano um post que coloquei neste blog em Maio de 2006.

Godfrey Park, o autor do artigo em discussão, tem tendência para tomar algumas posições consideradas radicais mas que, na minha opinião, são muito interessantes e merecem uma leitura atenta. Apesar de ser alguém que está por dentro da "indústria" do e-Learning, consegue manter uma visão distante do funcionamento da lógica deste mercado, apresentar ideias inovadoras e questionar muitas das soluções que muitas vezes são vistas como definitivas e únicas.

Pessoalmente, a leitura deste artigo nos finais de 2004, alertou-me para uma série de questões para as quais nunca tinha dedicado a devida atenção. Estas questões lançaram-me numa investigação que me ajudou a abrir novos horizontes na construção de experiências colaborativas de aprendizagem. A face mais visível dos resultados dessa investigação é este blog e as experiências que tenho vindo a realizar em todas as disciplinas que lecciono.

O artigo mencionado no post original tem o título E-Learning Adventures Beyond the LMS.

Fico a aguardar os vossos comentários! :)

PS. O último artigo publicado no blog do autor mencionado tem informações que são muito interessantes e que no fundo reflectem também os resultados do inquérito que lancei no início da disciplina de TCEd, onde procurava saber os conhecimentos prévios na área das ferramentas e tecnologias da Web 2.0.
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publicado por carlossantos às 22:48

17

De Isabel Barbosa a 6 de Dezembro de 2006 às 23:50
:-)
Exactamente!
Como em tudo o perigo está nos radicalismos...
As LMS's não devem ser encaradas como solução no processo ensino-aprendizagem.
Conforme referi no comentário anterior, devem ser encaradas e utilizadas como mais uma ferramenta no processo, um processo que deve estar em constante evolução e sempre apoioado em metodologias e estratégias que privilegiem o papel do aluno.
Não será este o conceito de "ensino agradável" tão apregoado nas escolas, e na maior parte das vezes deturpado?!


De Miguel Ribeiro a 7 de Dezembro de 2006 às 01:11
Boas,
Concordo.
A utilização das LMS's (ou outras ferramentas) não deverá ser vista como "o" meio no processo de ensino aprendizagem, mas sim como "um" meio. Julgo, aliás, que a discussão desta questão é pacífica no âmbito da disciplina. A comprová-lo estão os presupostos constantes do programa da disciplina, em que o recurso a serviços e ferramentas da web 2.0 são estratégias a integrar com a utilização do Blackboard. Entendo estas tarefas lançadas neste início de trabalhos e reconheço-lhes a importância, na medida que nos familiarizam com estes conceitos e, principalmente, nos obrigam a esta reflexão sobre o próprio processo, que nos fornece a capacidade para o percerbermos, aceitarmos (ou não) e adequarmos. Só assim podemos participar neste processo, compreendendo que adoptamos um modelo flexível e que embora algumas ferramentas sejam comuns, não são de aplicação universal.
Penso que esta reflexão é indispensável para que possamos ter uma visão alargada situada no modelo de ensino-aprendizagem e não apenas uma visão limitada no interior da ferramenta ou da estratégia utilizada.
Espero ter sido claro...
Abç
Miguel


De Filomena Amorim a 7 de Dezembro de 2006 às 02:04
Viva!

Após uma leitura dos artigos de Godfrey Parkin pode concluir-se que, de facto, as LMS's não são a solução universal, para a resolução dos problemas do processo de aprendizagem, tal como também destacou anteriormente a Isabel. Aliás os aspectos da aprendizagem não devem ser descurados em função da adopção de uma LMS, pois esta é "apenas" uma ferramenta, que tal como o autor afirma é muito útil para, por exemplo, seguir as actividades dos alunos. As LMS's funcionarão, então, como um meio facilitador do processo de ensino-aprendizgem.


De Célia a 7 de Dezembro de 2006 às 09:37
Ora bem, o meu último comment no outro post acabava por se enquadrar muito bem aqui... De facto começo a ganhar consciência de que não há soluções perfeitas no que diz respeito à praticalibildiade do e-learning. Nesse sentido, as LMS são importantes, mas não o único meio. Deve haver espaço para a exploração de outras tecnologias que, se bem direccionadas, poderão ser utilizadas igualmente para orientar os alunos num percurso de ensino.

Obviamente, que continuo a dizer que não existem ferramentas ideais, e por isso mesmo deve haver um equilibiro de utilização entre as diversas existentes... o LMS não descartáveis e as possibilidades que oferecem continuam a ter muitas vantagens, simplesmente não deverão ser encarados como a única solução.

Acabando este comment, como o meu último no post anterior: Estou a abrir horizontes :)


De Clélia Valente a 7 de Dezembro de 2006 às 10:49
Tal como o autor do texto refere as LMS’s não são a solução universal para a resolução dos problemas do processo de aprendizagem.


Eu sou da mesma opinião, aliás penso que já o tinha referido num post anterior.


A verdade é que existem várias ferramentas de qualidade que podem ser utilizadas nos contextos educativos, não fazendo qualquer sentido assumir o LMS como a única solução.


Penso que o fundamental é que cada um tenha bem a noção de quais os seus objectivos e consoante os mesmos decidir quais as ferramentas mais adequadas a utilizar.


Em alguns casos o LMS até pode ser a ferramenta ideal para um determinado contexto, mas para outros não, e neste caso é então fundamental explorar outras ferramentas/tecnologias que são igualmente indicadas e eficazes, contribuindo estas para uma metodologia de aprendizagem/ensino muito mais dinâmica e enriquecedora para os alunos.


Não quero com isto dizer que estas ferramentas devem e podem substituir totalmente os LMS, mas que são um complemento aos mesmos.


Não sei se me fiz entender…


Continuação de bom trabalho!


Clélia


De Sandra Vasconcelos a 7 de Dezembro de 2006 às 19:10
Concordo completamente com o comentário da Clélia e os que o antecederam.
Já é sabido que não há receitas, e se as LMS são vantajosas em algumas situações, não podemos generalizar. De igual modo também não podemos pensar que as ferramentas da WEB 2.0 vão resolver todos os problemas. Mais uma vez há que adequar as ferramentas aos objectivos e situações e é importante procurar sempre novas soluções e alternativas. Não é por mero acaso que se fala já em web 3.0.
Creio que nesta, como em outra situações, estão sempre a aparecer coisas novas, que são sempre rotuladas de "as melhores". Cabe às pessoas acompanhar a evolução com um sentido critico e escolher em consciência as soluções que se adequam a cada caso. Na minha opinião essa é uma das vantagens desta pluralidade de ferramentas e meios, a possibilidade que temos de escolher entre um leque variado de opções.
Continuação de bom trabalho
Sandra


De Sara a 7 de Dezembro de 2006 às 22:35
Boa noite!

A ideia de nos dar a conhecer este artigo foi excelente, Professor. E o sentido de timing foi perfeito! :)
A ideia desenvolvida pelo autor, defendendo que as LMSs não serão a solução para todos os problemas, vai ao encontro da inconstância do sistema de ensino, no qual temos de fazer sempre ajustamentos e alterações que nos permitam evoluir com o tempo. E para esta evolução se poder concretizar é imperativo não sermos obtusos! Se a LMS não for a mais adequada ao nosso objectivo, é necessário procurar outras soluções. Dá muito trabalho? Não sejamos preguiçosos!
Concordo inteiramente quando o autor diz que o ensino deve primar pela doação de poderes aos alunos, e que o mundo está voltado para um trabalho cooperativo na internet. E para que os alunos possam experimentar, partilhar, participando activamente como discípulos e criadores, a possibilidade de utilizar os recursos da Web 2.0 abre imensos caminhos. Afinal, não é isso que temos andado a fazer como alunos deste Mestrado? Não somos nós alunos e criadores?
No fundo, a ideia central na educação é a modernização, daí que concorde com a Sandra quando diz que melhores coisas surgirão nos tempos futuros, e nós só temos a lucrar com isso.


De csantos a 7 de Dezembro de 2006 às 22:58

Muito obrigada Sara! :)



Este comentário levanta questões muito interessantes, nomeadamente quando menciona as palavras do Godfrey Park no sentido de "... o ensino deve primar pela doação de poderes aos alunos...".



Este tipo de visão sobre a aprendizagem tem levado a uma discussão muito interessante sobre o conceito de um novo tipo de ambientes de aprendizagem centrados no aluno (neste contexto talvez não seja a melhor definição utilizar a palavra aluno).



O próximo post vai introduzir esta discussão e... está para breve!



De Frank Leppert a 8 de Dezembro de 2006 às 11:11
Antes de o professor colocar o próximo post, ainda gostava de fazer algumas observações.

Muitas observações de Godfrey Parkin encontram perfeitamente a minha atitude sobre e/b-learning. Especialmente na minha área, o ensino de línguas. Considero impensável de iniciar um curso sem recorrer às ferramentas tradicionais, como as aulas presenciais. Não se pode (ou deve) aprender línguas assim. No entanto, uma ferramenta como um LMS (com uma componente de conteúdos) dá muito jeito, em termos de orgamização e não só. Materiais para unidades lectivas podem estar armazenados num LMS. Desse modo estão disponíveis para o seu uso.

No entanto, o processo da aprendizagem pode acontecer perfeitamente fora do LMS, utilizando ferramentas de comunicação síncrona, blogs, wikis, eJournals, etc. Embora haja uma tendência que os LMS tendem integrar esse tipo de ferramentas, como acontece no Moodle que já tem wikis integrados, a minha resposta é como a questão das multifunções: Prefiro um bom scanner e uma impressora de qualidade e de custos de impressão reduzidos do que um aparelho que saiba fazer as duas coisas de modo insuficiente. Do mesmo modo, tenho de arriscar em afirmar que as ferramentas de comunicação síncrona que apresentámos, serão mais funcionais do que aquelas que encontraremos no BB. O mesmo acontecerá com os blogs, que, por sua vez se assemelham muito aos foruns de discussão, mas têm um carácter muito mais aberto.

Se adoptarmos um ensino centrado num LMS ou se o utlizamos apenas como uma mera ferramenta adicional, será a nossa escolha quando começarmos a desenhar o curso. Para já gosto da ideia de ter tudo juntinho. Mas provavelmente será necessário aderir a outras ferramentas - desde que a sua utilização faça sentido.

Um abraço, até amanhã

Frank


De Ana Rita Pereira a 8 de Dezembro de 2006 às 14:27
Concordo com os comentários que foram feitos anteriormente. Como tem sido referido as LMS's não devem ser encaradas como a única solução do processo de ensino-aprendizagem, elas funcionarão sim como meio facilitador desse mesmo processo.
Primeiro é importante definir os objectivos e o contexto de cada situação para depois podermos decidir quais as ferramentas mais adequadas. Em algumas situações as LMS's podem ser a ferramenta mais eficaz, mas noutras situações poderão ser outras ferramentas as mais adequadas. Cada caso é um caso. Daí a necessidade de permanecermos sempre actualizados acompanhando a evolução no sentido de melhor adaptarmos as ferramentas que dispomos às diferentes situações que nos vão surgindo, de forma a dotarmos os alunos de poderes para que estes tenham a oportunidade de experimentar e partilhar conhecimentos, e se tornem cada vez mais activos na construção do seu próprio conhecimento. Para isso as ferramentas da Web2.0 vêm dar uma grande ajuda, no entanto é importante continuarmos sempre à procura de novas soluções.


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