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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010
Porque é que o SAPO Campus não tem grupos?

Ao ler o artigo "Common mistakes universities make with social media" gostei especialmente do ponto 3 "Social media stops being social media the very moment it becomes teacher-led and closed". Concordo com este argumento e este é um dos motivos pelo qual nunca senti grande atracção pelo Ning, grupos no Facebook e outros serviços mais recentes como o grou.ps

A nível pessoal esta é uma reflexão importante com impacto directo na conceptualização e desenvolvimento do SAPO Campus. De seguida tento explicar porquê...

 

Desde o início do SAPO Campus que tenho recebido muitas opiniões, especialmente por parte de docentes, sobre a necessidade de introduzir na plataforma mecanismos de criação de grupos que, essencialmente, permitam construir (conduzir?) uma comunidade de forma fechada. Alguns dos argumentos apresentados são obviamente válidos. Por exemplo, um desses caso dizia respeito a um trabalho académico que os alunos estavam a desenvolver com o objectivo de participar num concurso que não permitia a publicação prévia de qualquer imagem na Web (por acaso os alunos acabaram por publicar os trabalhos no SAPO Campus e não tiveram qualquer problema... mas o argumento continua a ser válido).

No entanto, apesar de existirem alguns casos (poucos, digo eu) que necessitem desses mecanismos de grupos fechados, será o argumento suficiente para justificar a sua introdução numa plataforma com as características do SAPO Campus? Se sim, qual será a reacção da maioria dos docentes perante uma opção desse tipo?

Estando dentro do ambiente universitário não tenho dúvidas que a maioria dos docentes optaria por fechar imediatamente o "seu" espaço e convidar apenas os "seus" alunos. Seguramente que esse seria um modelo mais aproximado do que a maioria conhece actualmente, o que implicaria um sentimento de maior conforto e segurança. Mesmo assim, será verdade que esse seria um compromisso "menor" que permitiria trazer para este novo paradigma (social media) mais docentes que, mais tarde, vão acabar por progressivamente mudar os seus hábitos? Tenho muitas dúvidas que assim seja para a maioria...

 

Tenho a ambição de olhar para o SAPO Campus como um potencial elemento de inovação disruptiva no ensino superior e, por esse motivo, tenho preferido não mostrar disponibilidade para assumir esse tipo de compromisso que, numa visão básica, pode ser colocado entre conceitos base por troca de um maior número inicial de utilizadores. Na realidade considero que as sugestões referidas anteriormente implicam mudar o enquadramento do SAPO Campus para um modelo de inovação incremental que, como o Prof. António Dias de Figueiredo apresentou na keynote "Innovation in Education, Education for Innovation", tem tido pouca margem de sucesso nos sistemas de ensino.

 

Na minha opinião vale a pena arriscar e continuar a ser inflexível neste aspecto. Será esse o caminho mais rápido para atingir o objectivo da "Open and Social University"?

 


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publicado por carlossantos às 22:16

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De lpedro a 5 de Outubro de 2010 às 11:52
Completamente de acordo. Apenas uma nota: os grupos no Ning, no Facebook, ou no grou.ps) não têm de ser necessariamente fechados. Todos os que criei, por exemplo, não o são.


De mlucas a 5 de Outubro de 2010 às 18:07
sim, Luís, de facto, há essa possibilidade, quer no ning, quer no grou.ps. parece-me, no entanto, que a maioria dos docentes (e, pelo que me apercebo, colegas investigadores, professores ou formadores) continua a optar pela "segurança" que um ambiente fechado e controlado oferece.

fazê-lo no SAPO Campus seria desvirtuar a sua filosofia e (obviamente dependendo da sua utilização) passaria a proporcionar o replicar de velhos hábitos num novo ambiente. ou seja, mais do mesmo.

agrada-me a atitude de 'inflexibilidade' neste caso em particular :)


De lpedro a 5 de Outubro de 2010 às 22:24
A mim também me agrada. Aliás, foi isso que disse na primeira frase do meu comentário anterior, que estava completamente de acordo :)
O que eu disse foi, apenas e só, que o Ning , o Facebook e o grou.ps não são necessariamente fechados.
Na maior parte das vezes o problema não é tecnológico. O que o Carlos quer dizer (acho eu) é que a tecnologia pode ter (eu diria mesmo que tem) um papel importante na mudança de atitudes. E como eu também acredito que a tecnologia passa uma mensagem, acho muito bem que no caso concreto do SAPO Campus a possibilidade de criação de grupos fechados nem sequer seja ponderada.


De mlucas a 5 de Outubro de 2010 às 23:40
totalmente de acordo :)


De carlossantos a 6 de Outubro de 2010 às 10:51
É claro que nos serviços que mencionei podemos construir grupos que não são fechados. O que é muito melhor quando comparamos com as práticas habituais dos LMS. Mesmo quando utilizados no modelo mais fechado também acho que há vantagens claras sobre a lógica dos LMS, pelo menos os conteúdos continuam lá sem prazo de vida pré-definido.

De qualquer modo, continuo a achar que "but compared to the real thing it’s very limited indeed". Talvez nessas circunstâncias se possa considerar apenas "limitado" e não "muito limitado". Vou ver se escrevo um post a justificar esta ideia :)


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