a versão 2 do naPraia... o original começou em http://napraia.blogs.ca.ua.pt
pesquisar neste blog
posts recentes

E com este são 10.000 posts :)

SAPO Campus: uma experiência em desenvolvimento (resumo)

Quem é que na UA conhece o Sapo Campus UA?

"Where we go from here?"

Sapo Campus Escolas: Apresentação de conceito

Videojogos em LabMM 3/NTC/UA

Avaliação: 150 itens por aluno?

E se publicar um post significar alguma coisa para alguém?

Aveiro By Water video

Facebook: like + dislike = ?

arquivos

Fevereiro 2013

Maio 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Junho 2009

Abril 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010
Porque é que o SAPO Campus não tem grupos?

Ao ler o artigo "Common mistakes universities make with social media" gostei especialmente do ponto 3 "Social media stops being social media the very moment it becomes teacher-led and closed". Concordo com este argumento e este é um dos motivos pelo qual nunca senti grande atracção pelo Ning, grupos no Facebook e outros serviços mais recentes como o grou.ps

A nível pessoal esta é uma reflexão importante com impacto directo na conceptualização e desenvolvimento do SAPO Campus. De seguida tento explicar porquê...

 

Desde o início do SAPO Campus que tenho recebido muitas opiniões, especialmente por parte de docentes, sobre a necessidade de introduzir na plataforma mecanismos de criação de grupos que, essencialmente, permitam construir (conduzir?) uma comunidade de forma fechada. Alguns dos argumentos apresentados são obviamente válidos. Por exemplo, um desses caso dizia respeito a um trabalho académico que os alunos estavam a desenvolver com o objectivo de participar num concurso que não permitia a publicação prévia de qualquer imagem na Web (por acaso os alunos acabaram por publicar os trabalhos no SAPO Campus e não tiveram qualquer problema... mas o argumento continua a ser válido).

No entanto, apesar de existirem alguns casos (poucos, digo eu) que necessitem desses mecanismos de grupos fechados, será o argumento suficiente para justificar a sua introdução numa plataforma com as características do SAPO Campus? Se sim, qual será a reacção da maioria dos docentes perante uma opção desse tipo?

Estando dentro do ambiente universitário não tenho dúvidas que a maioria dos docentes optaria por fechar imediatamente o "seu" espaço e convidar apenas os "seus" alunos. Seguramente que esse seria um modelo mais aproximado do que a maioria conhece actualmente, o que implicaria um sentimento de maior conforto e segurança. Mesmo assim, será verdade que esse seria um compromisso "menor" que permitiria trazer para este novo paradigma (social media) mais docentes que, mais tarde, vão acabar por progressivamente mudar os seus hábitos? Tenho muitas dúvidas que assim seja para a maioria...

 

Tenho a ambição de olhar para o SAPO Campus como um potencial elemento de inovação disruptiva no ensino superior e, por esse motivo, tenho preferido não mostrar disponibilidade para assumir esse tipo de compromisso que, numa visão básica, pode ser colocado entre conceitos base por troca de um maior número inicial de utilizadores. Na realidade considero que as sugestões referidas anteriormente implicam mudar o enquadramento do SAPO Campus para um modelo de inovação incremental que, como o Prof. António Dias de Figueiredo apresentou na keynote "Innovation in Education, Education for Innovation", tem tido pouca margem de sucesso nos sistemas de ensino.

 

Na minha opinião vale a pena arriscar e continuar a ser inflexível neste aspecto. Será esse o caminho mais rápido para atingir o objectivo da "Open and Social University"?

 


tags: , , , , ,

publicado por carlossantos às 22:16

Comentar:
De
Nome

Email

Url

Guardar Dados?



Email

Password



Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

mais sobre mim
tags

todas as tags

links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários