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Quarta-feira, 17 de Maio de 2006
Perfil de um professor de Ensino à Distância
Nos fóruns da disciplina e alguns dos nossos blogs foi lançada uma discussão muito interessante sobre o perfil do aluno do EaD.

Ao consultar este post da Astrigilda surgiu-me uma questão que também é importante discutir: Qual deve ser o perfil de um professor/moderador de EaD?

Nota: Estas questões estão abertas a qualquer visitante independentemente de ser ou não aluno da actual edição do Mestrado em Multimédia em Educação...
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publicado por carlossantos às 21:32

7

De Astrigilda a 18 de Maio de 2006 às 11:37
Penso que um dos resquisitos mínimos a se exigir no perfil de um professor/moderador de EaD é ter o conhecimento básico das tecnologias existentes actualmente. Pois, o EaD é a combinação de tecnologias convencionais e mídia digital com actividades presenciais, através de vários meios, entre os quais, Internet, Intranet, Televisão, videoconferência, Teleconferência, CD-ROM e novas tecnologias que vão surgindo.


De Humberto Santos a 18 de Maio de 2006 às 13:28
Olá!
a discussão no BB sobre a postura do aluno na EaD acabou, de certa forma, por se enveredar para este outro lado - o lado do professor. sobre isso escrevi que apesar de o aluno ser o centro do processo, o professor ou tutor não deve abdicar do seu papel de orientador. Com isso queria dizer que enquanto tutor o professor deve estar atento ao comportamento dos alunos, analisando as suas interações e opiniões, para poder perceber se o aluno está desmotivado e se está acompanhando a aprendizagem. O professor deve também provocar a reflexão, a pesquisa, a interactividade no aluno. Por isso, na minha opinião, penso que o profesor de EaD deve colocar perguntas nos fóruns de discussão para desencadear a discussão sobre questões relacionados com os contetudos da disciplina. Deixar que os alunos por si próprios provoquem o debate é arsicar que esses debates não tenham muito interesse para o processo ensino aprendizagem. Para além disso o professor deve comentar as intervenções dos alunos e até para dizer que o aluno está fugindo do assunto ou que não entendeu bem o assunto em questão e dar-lhe pistas para procurar o caminho certo.

Concordo com o comentário da Astrigilda qando diz que o professor deve conhecer as tecnologias em que se apoia o curso. Mas eu diria mais, para além disso, o professor deve saber criar conteúdos capazes de motivar e mobilizar os alunos, e deve conhecer e aplicar as teorias de aprendizagem.


De CV a 19 de Maio de 2006 às 21:30
Viva.

Estabelecer um perfil ideal de moderador de EaD não é tarefa fácil, face ao contacto com a modalidade de formação presencial. Mas analisando superficialmente as diferenças entre os dois tipos de formação, é possível apontar algumas características de um formador de EaD. Numa perspectiva tradicional de educação presencial, o professor é o centro do acto educativo, embora as perspectivas construtivistas tentem contrariar esta tendência. Em EaD, o professor assume, essencialmente, um papel de tutor, de moderador da aprendizagem do formando, alguém que o orienta e ajuda (tal como foi referido na intervenção de Humberto Santos). Penso não ser exagerado conceber o moderador como alguém que joga um jogo, em que as peças são os formandos. Mas será um jogo em que terá de existir uma estratégia bem definida desde o início, mas que pode ser adaptada em função do desenvolvimento das jogadas. De certa forma, o professor terá de se adaptar aos alunos que tem, mas isso também é o que acontece no ensino tradicional. Por outro lado, as modalidades de EaD destacam-se do ensino tradicional por darem mais ênfase ao aluno, mas não prescindem do papel do professor. Parece-me que o professor acaba também por estar no centro do processo, mas aqui com um papel de moderador mais acentuado.

G. Salmon (The 5 stage model, consultado a 19 de Maio de 2006 em [link]http://www.atimod.com/e-moderating/5stage.shtml[/link]) aponta cinco etapas que o e-moderador deverá ter sempre presente :

1. acesso e motivação – o moderador “acolhe” os participantes na formação e motiva-os a trocarem informações sobre si próprios
2. socialização dos participantes – aplicam-se estratégias de modo a estabelecer laços entre os vários participantes
3. trocas de informações indispensáveis às actividades propostas – facilita-se a aprendizagem, modera-se discussões/debates, orienta-se os formandos, face a confusões/dificuldades que possam surgir
4. construção do conhecimento – desenvolvimento e participação em projectos que motivem a aplicação de conhecimentos adquiridos
5. desenvolvimento dos trabalhos propostos


O papel interventivo do moderador vai evoluindo de uma forma crescente ao longo das etapas, podendo (de acordo com as suas opções) agir de modo a:

- apoiar e incentivar a participação dos alunos mais ausentes ou inseguros
- orientar os formandos nas intervenções que vão surgindo nos grupos de discussão, de modo a motivá-los para futuras participações;
- promover a colaboração entre os participantes e detectar possíveis situações de mal-estar;
- promover o debate de ideias, numa perspectiva de construção de conhecimento, orientando as discussões e introduzindo novos horizontes de discussão.



Bom... Para terminar, por agora, deixo só duas sugestões de consulta:

· [link]http://www.e-learningcentre.co.uk/eclipse/Resources/teach.htm[/link] (What it is to be an online teacher)
· [link]http://www.emoderators.com/[/link] (principalmente Facilitating Interaction in Computer Mediated Online Courses - [/link]http://www.emoderators.com/moderators/flcc.html[/link])


Carlos Vaz


De csantos a 19 de Maio de 2006 às 23:37
Obrigado Carlos Vaz!

(O post ficou algum tempo retido para moderação devido à quantidade de links incluídos. As minhas desculpas pela reacção tardia.)


De Carlos Vaz a 20 de Maio de 2006 às 11:13
Bom...

Eu é que peço desculpa, pois os links não aparecem formatados.

Falta de experiência...

Tenho de confessar que blogar é uma prática nova para mim (no que respeita a participação), mas nunca é tarde...

CV


De Adriana a 21 de Maio de 2006 às 16:20
Na sequeência do comentário do Carlos Vaz, sobre o perfil do e-moderador,estive a pensar sobre as implicações que isso poderá trazer para a vida da pessoa que realmente decidir enveredar por esse caminho. Teria de saber gerir muito bem o seu tempo, para conseguir arranjar formas de motivar, dinamizar os formandos, conseguir encontrar sempre novas estratégias de trabalho, superar varíadíssimas dificuldades que temos, etc., etc. Diria que neste momento, eu não estava apta para tal função/papel...não tenho tempo para dedicar-me verdadeiramente à tarefa. Mas se calhar, o proncipal não é só a falta de tempo...ou será que provavelmente terá muito mais a ver com a falta de qualificações/preparação e maturidade na área?
Ainda me questiono, como é que o professor, consegue arranjar tempo para tantas exigências profissionais e pessoais?


De mspencer.blogs.ca.ua.pt a 22 de Maio de 2006 às 16:50
Analisando os comentário do seu formando Carlos Vaz, sobre o perfil do professor "e-moderador",estive a pensar sobre as experiências que tivemos durante esta disciplina de AGA. Realmente o formador de EaD, terá que estar a meu ver quase que totalmente disponível para que o aluno seja verdadeiramente o centro das atenções. Além disso, o professor terá que conhecer préviamente todas as ferramentas da plataforma que está a utilizar, tem que gostar daquilo que está a fazer, estar sempre disponível, levantando questões motivadores e provocatórias de um "aprender fazendo".


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